A troca de para-brisa é necessária quando o vidro apresenta trincas extensas, danos em áreas que comprometem a visão do motorista, problemas estruturais ou avarias que não podem ser reparadas com segurança. Apesar de parecer apenas uma peça de vidro, o para-brisa faz parte da estrutura do veículo, interfere diretamente na visibilidade e, nos carros modernos, pode abrigar câmeras, sensores e outros equipamentos ligados aos sistemas de assistência ao motorista.
Por esse motivo, dirigir com um para-brisa danificado não é apenas uma questão estética. Uma pequena trinca pode aumentar com as vibrações do veículo, mudanças de temperatura, buracos, impactos e até pelo uso do ar-condicionado. Em determinadas situações, o dano pode comprometer a resistência do vidro e tornar obrigatória a substituição completa da peça.
Em automóveis elétricos e modelos mais modernos, a troca exige ainda mais atenção. Muitos veículos possuem câmeras do sistema ADAS instaladas próximas ao retrovisor interno, sensores de chuva, sensores de luminosidade, desembaçadores, antenas e outros componentes integrados ao para-brisa.
Entender quando reparar, quando substituir e quais cuidados tomar ajuda o motorista a evitar problemas de segurança e gastos desnecessários. Também é importante verificar se a proteção contratada para o veículo contempla assistência ou cobertura para vidros. A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) oferece soluções que podem ajudar o associado a enfrentar diferentes imprevistos relacionados ao automóvel, conforme as condições do plano contratado.
Qual é a função do para-brisa no veículo?
A principal função do para-brisa é proporcionar ao motorista uma visão adequada da via e, ao mesmo tempo, proteger os ocupantes contra vento, poeira, chuva, pedras, insetos e outros objetos encontrados durante o deslocamento.
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Sua importância, porém, vai muito além disso.
O para-brisa participa da rigidez estrutural da carroceria e pode contribuir para o comportamento do veículo em determinadas colisões. Além disso, sua instalação correta é importante para o funcionamento adequado de outros equipamentos de segurança.
Nos automóveis atuais, a região do para-brisa também pode concentrar diversos componentes eletrônicos.
Entre eles estão:
Sensores de chuva
Sensores de luminosidade
Câmeras utilizadas por sistemas ADAS
Antenas
Elementos de aquecimento ou desembaçamento
Sensores relacionados ao controle automático dos faróis
Head-up display em determinados modelos
Sistemas de leitura de placas e faixas
Por isso, substituir o vidro de um carro moderno não consiste simplesmente em retirar uma peça quebrada e colocar outra no lugar.
Quando é necessário trocar o para-brisa?
A decisão entre reparar e trocar depende principalmente da localização, profundidade e extensão do dano.
Pequenos impactos provocados por pedras podem, em alguns casos, ser reparados com resinas específicas. Já trincas maiores ou danos localizados em regiões críticas normalmente exigem a substituição.
A troca costuma ser recomendada quando existe uma trinca extensa atravessando parte significativa do vidro, quando o dano continua aumentando ou quando compromete o campo de visão do motorista.
Também pode ser necessária quando existem múltiplos pontos de impacto.
Outro fator importante é a profundidade.
O para-brisa automotivo normalmente utiliza vidro laminado formado por camadas de vidro unidas por uma película intermediária. Dependendo da intensidade do impacto, apenas a camada externa pode ser atingida.
Quando a avaria compromete várias camadas ou ameaça a integridade estrutural do conjunto, o reparo deixa de ser a opção mais adequada.
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Trinca pequena no para-brisa precisa trocar?
Nem sempre.
Algumas pequenas avarias podem ser reparadas antes que evoluam para um problema maior.
O reparo geralmente consiste na aplicação de uma resina específica dentro da área danificada. O material preenche o espaço criado pelo impacto e ajuda a impedir que a fissura continue se propagando.
Quanto antes o reparo for realizado, maiores tendem a ser as possibilidades de sucesso.
Imagine que uma pequena pedra atinja o para-brisa durante uma viagem e produza uma pequena marca. O motorista continua utilizando o automóvel normalmente.
Durante os dias seguintes, o veículo enfrenta buracos, exposição ao sol e uso frequente do ar-condicionado. A combinação de vibração e variações de temperatura pode fazer aquela pequena fissura crescer rapidamente.
Um dano que poderia ser reparado pode acabar exigindo a troca do vidro inteiro.
Portanto, mesmo pequenos impactos merecem atenção.
Por que a trinca do para-brisa aumenta?
O vidro está sujeito a diferentes tipos de tensão durante a utilização do veículo.
Uma das principais causas de expansão das trincas é a mudança brusca de temperatura.
Por exemplo, imagine um automóvel estacionado durante horas sob sol forte. O vidro fica bastante aquecido. O motorista entra no veículo e liga o ar-condicionado na temperatura mínima, direcionando o fluxo de ar para o para-brisa.
A diferença térmica pode gerar tensão no vidro e favorecer o crescimento de uma fissura existente.
Outros fatores capazes de ampliar o dano incluem:
Buracos
Lombadas
Torções da carroceria
Batidas de portas
Vibração
Novos impactos de pedras
Lavagem com água muito fria em vidro aquecido
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Mudanças bruscas de temperatura
Estradas irregulares
Por isso, uma pequena trinca não deve ser ignorada.
Como funciona a troca de para-brisa?
O processo começa pela identificação correta do vidro compatível com o veículo.
É necessário considerar marca, modelo, ano e versão do automóvel. Em veículos modernos, podem existir diferentes tipos de para-brisa para um mesmo modelo dependendo dos equipamentos instalados.
Depois disso, o profissional remove acabamentos, palhetas ou componentes necessários para acessar corretamente a área onde o vidro está instalado.
O para-brisa antigo é então separado da carroceria.
É importante realizar essa etapa com cuidado para evitar danos à pintura, molduras, sensores ou estrutura de fixação.
Após a retirada, a superfície recebe preparação e limpeza.
O novo vidro é instalado utilizando adesivos próprios para aplicação automotiva. O posicionamento deve ser preciso para garantir vedação e alinhamento adequados.
Depois da instalação, é necessário respeitar o período recomendado para cura do adesivo antes de utilizar o veículo normalmente.
Em veículos equipados com sistemas eletrônicos, outras etapas podem ser necessárias.
Quanto tempo demora para trocar um para-brisa?
O tempo varia conforme o veículo e a complexidade do serviço.
Em um automóvel mais simples, o procedimento pode ser relativamente rápido. Entretanto, não se deve considerar apenas o período necessário para remover e instalar o vidro.
O adesivo utilizado na fixação precisa alcançar as condições adequadas para que o automóvel possa voltar a circular com segurança.
Por isso, o proprietário deve seguir a orientação da empresa responsável pelo serviço.
Veículos com câmeras, sensores ou sistemas ADAS podem precisar de procedimentos adicionais de calibração, aumentando o tempo necessário.
A pressa não deve ser prioridade nesse tipo de serviço.
Uma instalação feita corretamente é muito mais importante do que retirar o veículo da oficina alguns minutos antes.
Quanto custa uma troca de para-brisa?
O preço pode variar bastante.
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Em veículos populares e mais simples, o para-brisa costuma apresentar custo menor. Em automóveis importados, elétricos ou equipados com tecnologias avançadas, o valor pode ser significativamente maior.
Entre os fatores que influenciam o preço estão:
Marca do veículo
Modelo
Ano
Versão
Tipo de vidro
Disponibilidade da peça
Presença de sensores
Câmeras integradas
Head-up display
Elementos de aquecimento
Necessidade de calibração
Complexidade da instalação
Qualidade da peça utilizada
Um para-brisa de um automóvel básico pode custar algumas centenas de reais, enquanto determinadas peças de veículos tecnológicos podem atingir vários milhares de reais.
Por isso, a cobertura para vidros presente em determinados planos de Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) pode representar uma vantagem financeira relevante.
Para-brisa de carros elétricos exige atenção especial?
Sim.
Muitos carros elétricos pertencem a gerações mais recentes e possuem grande quantidade de recursos tecnológicos.
Alguns modelos oferecem frenagem automática de emergência, controle de velocidade adaptativo, assistente de permanência em faixa, reconhecimento de placas e outros sistemas de assistência à condução.
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Para que esses recursos funcionem, câmeras podem estar posicionadas atrás do para-brisa.
Quando o vidro é removido e substituído, a posição relativa da câmera pode sofrer pequenas alterações.
Mesmo uma diferença aparentemente insignificante pode interferir na leitura das imagens.
Por essa razão, determinados veículos precisam passar por calibração depois da troca.
Esse cuidado é especialmente importante em carros elétricos e híbridos equipados com sistemas avançados de assistência ao motorista.
O que é calibração do para-brisa?
Na realidade, o que normalmente é calibrado não é o vidro, mas os equipamentos relacionados a ele.
Uma câmera instalada atrás do para-brisa pode ser responsável por identificar faixas de trânsito, obstáculos, veículos e outras informações.
Depois da substituição, o sistema pode precisar ser recalibrado para garantir que a câmera esteja interpretando corretamente o ambiente.
Existem diferentes métodos de calibração conforme a montadora.
Alguns veículos utilizam calibração estática.
Nesse procedimento, o automóvel fica parado diante de painéis e equipamentos específicos que servem como referência.
Outros utilizam calibração dinâmica.
Nesse caso, o veículo precisa circular em determinadas condições enquanto o sistema realiza ajustes.
Há ainda modelos que podem exigir combinação dos dois procedimentos.
O que acontece se a câmera ADAS não for calibrada?
O funcionamento dos sistemas de assistência pode ser prejudicado.
A câmera pode interpretar incorretamente distâncias ou posições.
Isso pode afetar recursos como:
Alerta de saída de faixa
Assistente de permanência em faixa
Frenagem automática
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Reconhecimento de placas
Controle de velocidade adaptativo
Detecção de pedestres
Dependendo do veículo, uma mensagem de erro pode aparecer no painel.
Em outros casos, o sistema aparentemente continua funcionando, mas sua precisão pode estar comprometida.
Por isso, é fundamental seguir as recomendações da montadora e utilizar profissionais qualificados.
Posso instalar qualquer para-brisa compatível?
O ideal é utilizar uma peça adequada às especificações do veículo.
Dois para-brisas visualmente semelhantes podem possuir diferenças importantes.
Um deles pode ter suporte para sensor de chuva enquanto outro não.
Outro pode ser preparado para câmera ADAS.
Também existem vidros com propriedades acústicas, proteção térmica, tratamento especial ou área destinada ao head-up display.
Por isso, identificar corretamente a versão é fundamental.
Em um veículo que utiliza head-up display, por exemplo, um vidro inadequado pode provocar duplicação ou distorção da imagem projetada.
A economia inicial com uma peça incompatível pode gerar novos gastos posteriormente.
Para-brisa original e paralelo: qual a diferença?
Existem vidros originais e peças produzidas por fabricantes do mercado de reposição.
Uma peça de reposição não necessariamente é de baixa qualidade.
Diversos fabricantes especializados produzem vidros seguindo padrões técnicos adequados.
O ponto principal é verificar procedência, compatibilidade e qualidade.
O para-brisa deve apresentar características correspondentes às necessidades do veículo.
Também é importante analisar a qualidade da instalação.
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Mesmo um excelente vidro pode apresentar problemas se for montado incorretamente.
Quais problemas uma instalação inadequada pode causar?
Uma instalação mal executada pode gerar diferentes transtornos.
Um dos mais comuns é a entrada de água.
Durante chuvas fortes ou lavagens, falhas na vedação podem permitir infiltração.
A água pode atingir forrações, painel, componentes elétricos e módulos eletrônicos.
Outro problema é o ruído aerodinâmico.
Se o vidro ou as molduras não estiverem posicionados corretamente, pode surgir um assobio perceptível em velocidades mais altas.
Também podem ocorrer:
Descolamento
Vibração
Falhas de vedação
Entrada de poeira
Danos às molduras
Problemas em sensores
Desalinhamento de câmeras
Ruídos
Por isso, a escolha da empresa que executará a substituição é tão importante quanto a escolha do vidro.
Pode dirigir logo depois da troca do para-brisa?
É necessário respeitar o tempo indicado para o adesivo utilizado na instalação.
O vidro é fixado à carroceria por um adesivo estrutural específico.
Esse material precisa atingir determinada resistência antes que o automóvel seja submetido às condições normais de condução.
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O tempo varia conforme o produto, temperatura, umidade e técnica de aplicação.
Utilizar o veículo antes da hora pode comprometer a fixação.
Portanto, siga sempre a orientação do profissional responsável pelo serviço.
Quais cuidados tomar depois da troca?
Nas primeiras horas após a instalação, alguns cuidados ajudam a preservar a vedação.
O motorista deve seguir as instruções fornecidas pela empresa que realizou o serviço.
Dependendo do procedimento, pode ser recomendado evitar lavagens imediatamente após a instalação.
Também pode ser aconselhável não submeter o veículo a fortes impactos ou terrenos muito irregulares durante o período inicial.
É importante observar sinais de problema nos dias seguintes.
Depois de uma chuva, verifique se existe umidade dentro do veículo.
Ao dirigir em velocidades maiores, observe se surgiram ruídos que não existiam anteriormente.
Confira também o funcionamento de sensores, câmeras e limpadores.
O limpador pode danificar o para-brisa?
Sim, principalmente quando as palhetas estão desgastadas.
A borracha das palhetas perde eficiência com o tempo.
Quando isso acontece, a estrutura metálica ou partes endurecidas podem entrar em contato inadequado com o vidro.
Isso pode gerar riscos permanentes.
Além disso, nunca é recomendável utilizar o limpador em um para-brisa completamente seco quando existe poeira ou areia acumulada.
As partículas podem agir como abrasivos.
Depois da instalação de um novo para-brisa, vale aproveitar para verificar o estado das palhetas.
Como evitar danos no para-brisa?
Nem todos os impactos podem ser evitados, mas alguns hábitos diminuem o risco.
Um dos principais é manter distância segura do veículo da frente.
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Caminhões e automóveis que circulam em vias com pedras soltas podem lançar pequenos objetos para trás.
Quanto menor a distância, maior a chance de a pedra atingir o vidro com força.
Também é importante reduzir a velocidade em estradas de terra ou trechos em obras.
Evite ainda mudanças térmicas bruscas.
Se o carro ficou muito tempo sob o sol, não direcione imediatamente ar extremamente frio para o vidro.
Da mesma forma, não jogue água gelada sobre um para-brisa muito aquecido.
Para-brisa riscado precisa ser trocado?
Depende da intensidade e da localização dos riscos.
Pequenos riscos superficiais podem não comprometer significativamente a utilização do automóvel.
Entretanto, riscos profundos ou numerosos podem prejudicar a visibilidade, principalmente à noite ou durante chuvas.
A luz dos faróis de outros veículos pode se espalhar sobre a superfície riscada, dificultando a visão do motorista.
Antes de trocar, é possível solicitar avaliação de um profissional especializado.
Algumas marcas superficiais podem ser tratadas, enquanto outras tornam a substituição mais adequada.
Para-brisa embaçando é defeito do vidro?
Na maioria das vezes, não.
O embaçamento acontece quando existe diferença de temperatura e umidade entre as superfícies do vidro.
Durante dias frios ou chuvosos, a umidade dentro do veículo pode condensar.
O sistema de ventilação e ar-condicionado ajuda a eliminar o problema.
Se o para-brisa permanecer constantemente embaçado ou houver excesso de umidade dentro do carro, é importante verificar possíveis infiltrações.
Uma vedação defeituosa após a troca pode permitir entrada de água.
A Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) pode cobrir a troca do para-brisa?
Isso depende das regras e coberturas previstas no plano contratado.
Algumas modalidades de Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) podem incluir assistência relacionada a vidros ou permitir contratação de benefícios específicos.
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É importante verificar previamente quais itens são contemplados, limites de utilização, participação do associado e procedimentos necessários para solicitar atendimento.
O custo de determinados para-brisas modernos pode ser alto, especialmente quando existem câmeras, sensores ou tecnologias integradas.
Por isso, analisar a existência desse tipo de cobertura antes de precisar utilizá-la pode fazer uma diferença considerável.
Proteção para carros elétricos e troca de vidros
Os veículos elétricos merecem atenção especial porque muitos modelos possuem elevado nível de tecnologia embarcada.
O valor de alguns componentes também pode ser superior ao encontrado em carros convencionais.
Além dos cuidados relacionados à bateria, módulos eletrônicos e sistemas de carregamento, é importante considerar os vidros.
Para-brisas panorâmicos, tetos de vidro e peças com sensores podem ter custo significativo.
Uma Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) adequada às características desse tipo de automóvel ajuda o proprietário a lidar melhor com imprevistos.
A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) trabalha com soluções voltadas à proteção automotiva e pode oferecer diferentes benefícios conforme o plano contratado.
Antes da adesão, o proprietário deve conhecer as regras e verificar quais proteções atendem às suas necessidades.
Quando acionar a Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM)?
Ao identificar uma trinca, quebra ou impacto no para-brisa, o associado deve entrar em contato pelos canais de atendimento da Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) e informar o ocorrido.
A equipe poderá orientar sobre os procedimentos aplicáveis de acordo com o plano e as condições contratadas.
É importante evitar providenciar o reparo por conta própria antes de verificar os procedimentos necessários, especialmente quando a intenção é utilizar algum benefício previsto no contrato.
A comunicação antecipada ajuda a evitar dúvidas e permite entender corretamente como será realizado o atendimento.
Vale a pena ter proteção para vidros?
Para muitos motoristas, sim.
O para-brisa está constantemente exposto a objetos lançados pela pista, pedras, detritos, acidentes e atos externos.
Um dano pode surgir mesmo quando o veículo está sendo conduzido corretamente.
Em carros modernos, o custo de substituição pode ser significativo.
Considere um veículo equipado com câmera ADAS, sensor de chuva e para-brisa acústico.
A substituição pode envolver não apenas a compra do vidro, mas também instalação, materiais, calibração e mão de obra especializada.
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Nesse contexto, uma proteção que contemple vidros pode trazer maior previsibilidade financeira.
A avaliação deve sempre considerar o tipo de veículo e as condições previstas no plano.
Perguntas e respostas sobre troca de para-brisa
Qualquer trinca exige troca do para-brisa?
Não. Pequenos danos podem, em determinadas situações, ser reparados. A possibilidade depende do tamanho, profundidade e localização da avaria.
É perigoso dirigir com o para-brisa trincado?
Pode ser. A trinca pode comprometer a visibilidade e continuar aumentando durante a utilização do veículo. O correto é fazer uma avaliação o quanto antes.
Uma pequena pedra pode quebrar o para-brisa?
Sim. Mesmo objetos pequenos podem causar danos quando atingem o vidro em alta velocidade.
O ar-condicionado pode aumentar uma trinca?
Uma mudança brusca de temperatura pode contribuir para o crescimento de uma fissura existente. Evite direcionar ar extremamente frio para um para-brisa muito quente.
Quanto tempo leva a troca?
Depende do veículo, do tipo de adesivo utilizado e da necessidade de calibração de sensores ou câmeras. O proprietário deve respeitar o tempo informado pela empresa responsável.
É necessário calibrar sensores depois da troca?
Em alguns veículos, sim. Automóveis equipados com câmeras ADAS instaladas próximas ao para-brisa podem precisar de calibração.
Todo carro elétrico precisa calibrar a câmera depois da troca?
Não necessariamente. Isso depende da tecnologia utilizada pelo modelo e das especificações do fabricante.
Posso lavar o carro depois da troca?
É recomendável seguir as instruções da empresa instaladora. Dependendo do adesivo e do método de instalação, pode ser necessário aguardar determinado período antes da lavagem.
Para-brisa paralelo é ruim?
Não obrigatoriamente. Existem fabricantes de reposição que produzem peças de boa qualidade. É fundamental verificar procedência, especificações e compatibilidade.
O seguro ou Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) paga para-brisa?
Depende das coberturas contratadas. O proprietário deve consultar as regras do plano para saber se existe benefício para vidros e quais são as condições de utilização.
Posso continuar dirigindo com um pequeno impacto no vidro?
Mesmo que seja pequeno, é recomendável procurar avaliação rapidamente. Um dano simples pode se transformar em uma trinca extensa.
Trocar o para-brisa interfere nos sensores do carro?
Pode interferir caso existam câmeras ou sensores ligados ao vidro. Por isso, a substituição deve respeitar os procedimentos adequados para cada modelo.
Como saber se a instalação ficou correta?
Observe se existem infiltrações, ruídos aerodinâmicos, folgas ou falhas em sensores. Qualquer alteração após o serviço deve ser verificada pela empresa responsável.
É possível evitar totalmente a quebra do para-brisa?
Não, mas manter distância de outros veículos, reduzir a velocidade em trechos com pedras e evitar mudanças bruscas de temperatura ajuda a diminuir o risco.
A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) pode ajudar em caso de quebra do para-brisa?
O associado deve verificar as coberturas e benefícios incluídos em seu plano. Quando houver previsão contratual aplicável, é necessário comunicar a Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) e seguir as orientações fornecidas para atendimento.
Conclusão
A troca de para-brisa deve ser tratada como um serviço relacionado à segurança do veículo e não apenas como uma questão estética. O vidro proporciona visibilidade, protege os ocupantes e pode desempenhar função relevante na estrutura do automóvel.
Quando surge uma pequena avaria, agir rapidamente pode permitir o reparo e evitar a troca completa. Quando a substituição é necessária, a escolha correta da peça, do adesivo e da empresa responsável é fundamental para garantir vedação, resistência e funcionamento adequado dos equipamentos ligados ao vidro.
A atenção deve ser ainda maior nos carros elétricos e veículos modernos. Câmeras, sensores de chuva, sistemas ADAS, head-up display e outras tecnologias podem estar integrados ao para-brisa, fazendo com que uma substituição aparentemente simples envolva calibração e procedimentos específicos.
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Também é importante considerar o impacto financeiro. Dependendo do modelo do veículo, trocar um para-brisa pode representar um gasto relevante. Quanto maior o nível de tecnologia embarcada, maior tende a ser a complexidade do serviço.
Por isso, contar com uma solução de proteção automotiva que considere as necessidades do veículo pode oferecer mais tranquilidade diante dos imprevistos do dia a dia. A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) disponibiliza alternativas voltadas à proteção do patrimônio do motorista, inclusive para proprietários de carros modernos e elétricos, conforme as coberturas e condições previstas em cada plano.
Ao identificar qualquer trinca, impacto ou quebra no para-brisa, não espere o problema aumentar. Faça uma avaliação, confira as condições da sua Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) e tome as providências necessárias para manter o veículo seguro, funcional e preparado para continuar circulando.