A Lei Seca não ficou mais rígida em relação ao valor da multa, ao período de suspensão da CNH ou ao limite de álcool permitido em 2026. A principal mudança está na forma como a fiscalização pode ser realizada. Com a Resolução Contran nº 1.031/2026, foram criados procedimentos mais padronizados para a identificação de álcool e de outras substâncias psicoativas, incluindo o uso do teste passivo como triagem, regras mais claras para a constatação de alteração da capacidade psicomotora e a possibilidade de utilização de equipamentos destinados à detecção de outras drogas.
Na prática, o motorista deve compreender que a chamada tolerância zero continua existindo e que dirigir depois de beber permanece sendo uma das condutas mais severamente punidas pelo Código de Trânsito Brasileiro. A recusa aos procedimentos de fiscalização também continua sujeita a multa gravíssima multiplicada por dez e suspensão do direito de dirigir por 12 meses.
As mudanças de 2026 não significam, portanto, uma nova Lei Seca. O que existe é uma atualização importante das regras utilizadas pelos agentes durante as abordagens.
O que mudou na Lei Seca em 2026
A grande alteração de 2026 veio com a Resolução Contran nº 1.031, publicada em agosto, que substituiu as regras anteriores utilizadas desde 2013 para regulamentar a fiscalização do consumo de álcool e de outras substâncias psicoativas no trânsito.
A resolução não criou uma nova infração nem aumentou as multas existentes. Seu objetivo é estabelecer procedimentos mais detalhados e uniformes para os órgãos de trânsito.
Cote e feche sua proteção em menos de 3 minutos
Informe seus dados, veja as opções disponíveis e siga direto para fechar sua proteção online, sem burocracia.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Isso significa que Polícia Rodoviária Federal, polícias estaduais, departamentos de trânsito e demais órgãos responsáveis pela fiscalização passam a contar com critérios mais claros sobre como realizar testes, registrar sinais apresentados pelo motorista, utilizar equipamentos e documentar eventual infração.
Entre as principais novidades estão o pré-teste ou teste passivo de alcoolemia, a regulamentação de equipamentos para identificação de outras substâncias psicoativas e a exigência de critérios mais objetivos na avaliação da capacidade psicomotora.
Também foram detalhadas as medidas que devem ser adotadas depois da abordagem, inclusive quanto à retenção do veículo e à apresentação de outro motorista habilitado.
Como funciona o teste passivo de álcool
Uma das novidades que mais podem ser percebidas pelos motoristas é a regulamentação do chamado pré-teste ou teste passivo de alcoolemia.
Diferentemente do bafômetro convencional, esse equipamento pode identificar indícios da presença de álcool sem exigir necessariamente que o motorista sopre diretamente em um bocal descartável.
O aparelho pode ser aproximado do condutor e utilizado como uma ferramenta de triagem durante uma operação.
Imagine uma blitz com centenas de veículos. Em vez de realizar imediatamente o teste convencional em todos os motoristas, os agentes podem utilizar um sistema de triagem para identificar aqueles em relação aos quais existem indícios de álcool.
Isso pode tornar a operação mais rápida.
Entretanto, existe um ponto fundamental: o resultado positivo do teste passivo, sozinho, não pode servir para aplicar a multa por dirigir sob influência de álcool.
O pré-teste possui caráter indicativo.
Se ele indicar a presença de álcool, será necessário prosseguir com os meios de constatação previstos na regulamentação, como o teste realizado por etilômetro adequado ou outros elementos legalmente admitidos.
Também é importante saber que o pré-teste não é uma etapa obrigatória de toda fiscalização. O agente poderá realizar diretamente o teste convencional quando isso for considerado adequado.
Um pré-teste positivo não significa multa automática
Essa distinção é importante porque existe uma diferença entre triagem e prova da infração.
O objetivo do teste passivo é indicar se existe motivo para aprofundar a fiscalização. Ele não substitui os procedimentos necessários para caracterizar formalmente a infração.
Isso ajuda inclusive a evitar problemas relacionados ao chamado álcool residual na boca.
Alguns produtos podem deixar temporariamente vestígios de álcool no trato respiratório superior. É o caso de determinados enxaguantes bucais, alimentos, medicamentos ou doces que contenham álcool.
Um pré-teste pode eventualmente detectar esse resíduo.
Por essa razão, uma indicação inicial não significa automaticamente que o motorista estava dirigindo sob influência de álcool.
A regulamentação prevê procedimentos posteriores antes que se chegue a uma conclusão.
O bafômetro tradicional continua sendo utilizado
O tradicional etilômetro, popularmente conhecido como bafômetro, não desapareceu.
Sua proteção contratada de forma rápida e online
Faça a cotação, escolha a opção ideal para o seu perfil e conclua tudo pela página em poucos passos.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Ele continua sendo um dos principais instrumentos utilizados para verificar a presença de álcool no ar alveolar expirado pelo motorista.
O equipamento utilizado para fins de fiscalização deve observar requisitos técnicos e metrológicos específicos.
Outro ponto importante é a existência da margem de erro do equipamento.
O valor apresentado pelo aparelho é chamado de medição realizada. Para fins de enquadramento, deve ser considerada a margem de erro admissível estabelecida para o etilômetro.
Por isso, o comprovante produzido pelo equipamento e o auto de infração podem apresentar tanto a medição realizada quanto o chamado valor considerado.
Essa diferença costuma gerar dúvidas entre motoristas que recebem uma autuação da Lei Seca.
Qual é o limite do bafômetro em 2026
A legislação brasileira continua adotando uma política de tolerância extremamente restritiva em relação ao consumo de álcool e direção.
A Resolução nº 1.031/2026 não liberou uma quantidade de bebida para o motorista consumir antes de dirigir.
Para fins da fiscalização administrativa pelo etilômetro, a nova regulamentação prevê a caracterização da infração a partir das medições estabelecidas pela norma, sempre considerando a margem de erro admissível do equipamento.
A partir de 0,05 mg de álcool por litro de ar alveolar expirado na medição, já existe enquadramento administrativo conforme os critérios regulamentares.
Quando a medição alcança 0,34 mg/L ou mais, a situação também pode caracterizar o crime previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro, observados os critérios técnicos aplicáveis.
É justamente por isso que não existe uma quantidade segura de cerveja, vinho ou outra bebida que possa ser recomendada antes de dirigir.
A concentração de álcool varia de uma pessoa para outra e depende de diversos fatores, como peso corporal, alimentação, metabolismo, quantidade consumida e intervalo entre o consumo e a condução.
A orientação segura continua sendo simples: se beber, não dirija.
A multa da Lei Seca aumentou em 2026?
Não.
Uma das confusões provocadas pela publicação das novas regras é a ideia de que a multa da Lei Seca teria aumentado em 2026.
Isso não aconteceu.
Dirigir sob influência de álcool ou de outra substância psicoativa continua sendo infração gravíssima prevista no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro.
A penalidade corresponde à multa gravíssima multiplicada por dez, chegando a R$ 2.934,70, além da suspensão do direito de dirigir por 12 meses.
Em caso de reincidência dentro do período legal de 12 meses, a multa é aplicada em dobro, podendo atingir R$ 5.869,40.
Em poucos minutos você já pode fechar sua proteção
Preencha os dados, veja sua cotação e avance para o fechamento online de forma simples e direta.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Além disso, existem medidas administrativas relacionadas ao veículo.
Portanto, a Resolução nº 1.031/2026 modificou principalmente os procedimentos de fiscalização, não o peso financeiro da penalidade.
Quando beber e dirigir passa a ser crime
É importante diferenciar a infração administrativa do crime de trânsito.
A infração administrativa gera consequências como multa e suspensão da CNH.
O crime previsto no artigo 306 do CTB pode gerar consequências penais.
Pelo teste do bafômetro, a Resolução nº 1.031 estabelece como referência uma medição igual ou superior a 0,34 mg de álcool por litro de ar alveolar expirado, aplicando-se os critérios relacionados à margem de erro do aparelho.
Entretanto, o bafômetro não é a única forma pela qual o crime pode ser caracterizado.
A alteração da capacidade psicomotora também pode ser demonstrada por outros meios admitidos pela legislação.
Isso significa que imaginar que basta recusar o bafômetro para impedir qualquer possibilidade de responsabilização criminal é um erro.
Dependendo das circunstâncias, outros elementos podem comprovar que o motorista estava com a capacidade de dirigir alterada.
Se houver caracterização do crime, o condutor poderá ser encaminhado à autoridade policial.
A fiscalização de drogas também mudou
Uma das maiores novidades da Resolução nº 1.031/2026 está relacionada às substâncias psicoativas diferentes do álcool.
A regulamentação passa a prever expressamente a utilização de aparelhos destinados à verificação da presença dessas substâncias.
Esses equipamentos são popularmente chamados de drogômetros.
A norma, entretanto, não determina uma única tecnologia obrigatória. O equipamento precisa cumprir os requisitos de certificação estabelecidos para que possa ser empregado formalmente na fiscalização.
O teste pode apresentar resultado qualitativo, ou seja, indicar a presença de determinada substância.
Essa mudança abre caminho para uma fiscalização mais ampla no futuro, indo além do álcool.
Os órgãos responsáveis ainda dependerão da disponibilidade de equipamentos devidamente certificados e da implantação operacional do sistema.
Portanto, a publicação da resolução não significa que todas as blitzes brasileiras passaram imediatamente a contar com drogômetros.
Medicamentos também podem afetar a capacidade de dirigir
Quando se fala em substâncias psicoativas, muitas pessoas pensam apenas em drogas ilícitas.
Proteja seu veículo com contratação 100% online
Informe os dados do veículo, confira as opções disponíveis e feche sua proteção 100% online.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
O tema, entretanto, é mais amplo.
Alguns medicamentos podem alterar reflexos, atenção, coordenação, sonolência e capacidade de reação.
Por esse motivo, determinados medicamentos apresentam alertas explícitos sobre a condução de veículos.
O simples uso de um medicamento prescrito não deve ser confundido automaticamente com a prática de uma infração.
O ponto central é a influência da substância sobre a capacidade de dirigir e os critérios previstos na regulamentação para a constatação da situação.
O motorista que utiliza medicamentos capazes de provocar sonolência intensa, alterações cognitivas ou redução dos reflexos deve seguir as orientações médicas e as advertências existentes na bula.
Como funcionam os sinais de alteração psicomotora
A fiscalização não depende exclusivamente de aparelhos.
O agente também pode avaliar sinais indicativos de alteração da capacidade psicomotora.
A regulamentação de 2026 trouxe uma exigência importante: para essa constatação, devem ser considerados pelo menos dois sinais que, analisados conjuntamente, demonstrem a alteração da capacidade do motorista.
Esses sinais precisam ser registrados no auto de infração ou em documento específico vinculado à abordagem.
Podem ser observados elementos relacionados à aparência, comportamento, equilíbrio, orientação, memória, fala e coordenação motora, entre outros aspectos definidos pela regulamentação.
A exigência de mais de um sinal busca trazer maior objetividade ao procedimento.
Não basta, por exemplo, uma impressão genérica e sem descrição adequada.
O registro precisa indicar concretamente os elementos observados durante a fiscalização.
É possível ser autuado mesmo sem bafômetro?
Sim.
Essa é uma das dúvidas mais importantes envolvendo a Lei Seca.
O bafômetro é uma forma relevante de comprovação, mas não é a única.
Dependendo do caso, sinais de alteração da capacidade psicomotora e outros meios de prova admitidos podem ser utilizados.
Fotos, vídeos, testemunhas e outros elementos também podem complementar o conjunto probatório, conforme as circunstâncias.
Consequentemente, não existe uma regra segundo a qual a ausência do teste do bafômetro automaticamente impede uma autuação.
Cote e feche sua PPM sem sair da página
Faça a cotação da sua Proteção Patrimonial Mutualista e avance para o fechamento online de forma rápida.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Cada situação precisa ser analisada conforme o procedimento utilizado e os elementos formalmente registrados.
Posso recusar o bafômetro em 2026?
O motorista pode não realizar o procedimento, mas a recusa produz consequências administrativas próprias.
O artigo 165-A do Código de Trânsito Brasileiro prevê uma infração específica para quem se recusa aos procedimentos destinados a verificar influência de álcool ou outra substância psicoativa.
A penalidade continua sendo multa gravíssima multiplicada por dez, no valor de R$ 2.934,70, e suspensão do direito de dirigir por 12 meses.
A Resolução nº 1.031/2026 também detalhou melhor o conceito de recusa.
Ela ocorre quando o motorista, diante de procedimento de verificação regularmente oferecido pelo agente, nega-se a realizá-lo.
Outro detalhe importante é que não cabe ao motorista simplesmente escolher qual modalidade de fiscalização deseja realizar.
Por isso, é incorreto tratar a recusa como uma maneira simples de “escapar do bafômetro”.
Ela própria constitui infração prevista no CTB.
Recusa e embriaguez não devem ser tratadas como a mesma autuação
A nova regulamentação também organiza a forma de enquadramento durante a abordagem.
Quando não existem os sinais suficientes de alteração da capacidade psicomotora e o motorista recusa o procedimento adequado, poderá ser aplicado o enquadramento do artigo 165-A.
Quando existem pelo menos dois sinais suficientes de alteração psicomotora, o enquadramento poderá ocorrer pelo artigo 165, sem prejuízo de eventual investigação do crime previsto no artigo 306.
A ideia é evitar que, pela mesma situação dentro de uma única abordagem, sejam simplesmente acumuladas as duas autuações de maneira indiscriminada.
Isso reforça a necessidade de documentação adequada por parte da fiscalização.
O que acontece com o veículo depois da autuação
A consequência da abordagem não se limita à multa.
O veículo deve permanecer retido até que seja apresentado outro condutor habilitado e em condições de dirigir.
Esse novo motorista também poderá ser submetido à fiscalização.
Se ninguém habilitado comparecer ou se a pessoa apresentada também não estiver em condições adequadas para dirigir, o veículo poderá ser removido para o depósito do órgão responsável.
Há ainda uma situação especialmente importante.
Depois de receber o veículo, o novo condutor assume responsabilidade por ele.
Veja sua cotação e contrate na hora
Com poucas informações, você recebe uma opção alinhada ao seu perfil e pode fechar tudo online.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Não é permitido simplesmente dirigir alguns metros, passar pela blitz e posteriormente entregar o carro novamente ao motorista que havia sido impedido de conduzi-lo.
Além dos riscos evidentes à segurança, esse comportamento pode gerar novas consequências administrativas e até criminais.
A CNH é recolhida imediatamente?
A Resolução nº 1.031/2026 determina que o agente não promova o recolhimento do documento de habilitação simplesmente em decorrência das infrações regulamentadas pela norma.
A suspensão do direito de dirigir segue procedimento administrativo próprio.
Isso é importante porque receber uma autuação por Lei Seca não significa necessariamente que o motorista começa a cumprir naquele mesmo instante os 12 meses de suspensão.
Existe um processo administrativo, com notificações e possibilidade de exercício do direito de defesa conforme as regras aplicáveis.
Uma coisa é a autuação realizada na fiscalização. Outra é a efetiva imposição e o cumprimento da penalidade de suspensão.
O que mudou nos acidentes de trânsito
A Resolução de 2026 também estabeleceu regras relevantes para sinistros de trânsito.
Quando ocorre um acidente, os condutores devem ser submetidos aos procedimentos de fiscalização de álcool e outras substâncias sempre que isso for possível.
Nos casos em que o sinistro resulta em morte, a realização de exame para identificação de álcool ou outra substância psicoativa passa a ser obrigatória para fins de perícia oficial.
A medida também permite que informações sobre álcool e drogas presentes em acidentes fatais sejam utilizadas para aprimorar políticas de segurança viária.
Isso pode contribuir para uma compreensão mais precisa da participação dessas substâncias nos acidentes graves ocorridos no país.
Lei Seca também deve preocupar quem possui Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM)
Além das consequências administrativas e criminais, dirigir sob efeito de álcool ou drogas pode trazer um enorme prejuízo patrimonial.
Uma colisão pode destruir o próprio veículo, atingir outros automóveis e provocar danos de grande valor.
Existe ainda um aspecto que muitos motoristas esquecem: a existência de seguro ou Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) não transforma a condução sob efeito de álcool em um risco automaticamente amparado.
As condições de proteção precisam ser observadas.
No regulamento da Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM), por exemplo, existem regras relacionadas a eventos ocorridos sob efeito de bebida alcoólica ou substâncias tóxicas, assim como hipóteses envolvendo infrações que tenham relação direta com o acidente.
Por isso, beber e dirigir pode produzir consequências muito maiores do que a multa da Lei Seca.
O motorista pode enfrentar processo de suspensão da CNH, responsabilidade por danos causados a terceiros, eventual responsabilização criminal e problemas relacionados ao amparo do próprio prejuízo.
Prevenção continua sendo a alternativa mais econômica e segura.
Sua proteção pode estar contratada em poucos minutos
Faça a cotação online, escolha a melhor opção e siga para o fechamento de forma rápida e segura.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Como a Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) ajuda a proteger o motorista
Mesmo com toda cautela, qualquer motorista está sujeito a imprevistos, acidentes, panes, furtos, roubos e outros eventos relacionados ao uso diário do veículo.
A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) oferece soluções destinadas à proteção patrimonial dos associados, com benefícios que podem incluir proteção contra colisão acidental, furto e roubo, fenômenos da natureza, danos a terceiros, vidros, rastreamento e monitoramento, conforme o plano e o regulamento aplicáveis.
A assistência 24 horas também pode oferecer serviços como reboque, auxílio em panes mecânicas e elétricas, chaveiro e troca de pneus.
A proteção está disponível inclusive para carros elétricos e híbridos, que possuem características próprias e podem exigir cuidados específicos em determinadas ocorrências.
Mas proteção automotiva e direção responsável precisam andar juntas.
O associado deve conhecer as regras do seu plano e entender as situações previstas ou excluídas pelo regulamento.
A melhor proteção sempre começa antes do acidente.
Lei Seca vale normalmente para carros elétricos
Motoristas de carros elétricos ou híbridos estão sujeitos exatamente às mesmas regras da Lei Seca.
O tipo de propulsão do veículo não altera as obrigações previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
Seja um automóvel a gasolina, diesel, etanol, híbrido ou 100% elétrico, dirigir sob influência de álcool ou substância psicoativa produz as mesmas consequências administrativas e criminais.
No caso dos elétricos, entretanto, acidentes podem envolver custos elevados de reparação por causa de componentes como bateria de tração, módulos eletrônicos, sensores, câmeras e sistemas avançados de assistência ao motorista.
Isso reforça ainda mais a importância de combinar direção segura com proteção adequada ao veículo.
A Atos possui soluções voltadas também para veículos elétricos e híbridos, incluindo assistência em situações específicas previstas no plano e no regulamento.
O que o motorista deve fazer ao sair para beber
A regra mais segura continua extremamente simples: não associe álcool e direção.
Se existe a possibilidade de consumir bebida alcoólica, planeje antecipadamente a volta.
Aplicativo de transporte, táxi, transporte público, motorista da rodada ou permanência no local até que exista uma alternativa segura são soluções muito melhores do que assumir o volante.
Também não existe uma fórmula confiável para “cortar” o efeito do álcool.
Café, banho frio, energético, comida ou exercício não eliminam rapidamente o álcool que já foi absorvido pelo organismo.
Somente o metabolismo consegue eliminá-lo, e o tempo necessário varia de pessoa para pessoa.
Por isso, tentar calcular quantas cervejas é possível beber antes de dirigir é uma estratégia arriscada.
Cote, escolha e feche online
Preencha os dados básicos, compare as opções e conclua a contratação sem precisar falar com atendimento.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Perguntas e respostas
O que realmente mudou na Lei Seca em 2026?
Mudaram principalmente os procedimentos de fiscalização. A Resolução Contran nº 1.031/2026 regulamentou o pré-teste de álcool, atualizou critérios para os testes convencionais, disciplinou equipamentos para outras substâncias psicoativas e estabeleceu requisitos mais objetivos para registro de alterações psicomotoras.
A multa da Lei Seca aumentou em 2026?
Não. A multa continua sendo de R$ 2.934,70 para a infração prevista no artigo 165, acompanhada da suspensão do direito de dirigir por 12 meses. A recusa prevista no artigo 165-A está sujeita à mesma multa e ao mesmo período de suspensão.
O teste passivo pode gerar multa sozinho?
Não. Ele funciona como ferramenta de triagem. Uma indicação positiva precisa ser seguida pelos procedimentos adequados de constatação previstos na regulamentação.
O bafômetro acabou?
Não. O etilômetro convencional continua sendo utilizado normalmente.
A partir de quanto o bafômetro pode indicar infração?
A regulamentação considera medição igual ou superior a 0,05 mg/L para a caracterização administrativa, observando-se a margem de erro admissível e o valor considerado pelo equipamento.
Quando a quantidade de álcool pode configurar crime?
Pelo critério do etilômetro, a medição de 0,34 mg/L ou superior pode caracterizar o crime previsto no artigo 306 do CTB, sem prejuízo de outras formas legalmente admitidas para demonstrar a alteração da capacidade psicomotora.
Posso me recusar a soprar o bafômetro?
O motorista pode se negar a realizar o procedimento, mas a recusa pode caracterizar a infração do artigo 165-A, com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses.
Recusar o bafômetro impede prisão?
Não necessariamente. Dependendo das circunstâncias, sinais de alteração psicomotora e outros meios de prova podem ser utilizados para caracterizar eventual crime de trânsito.
Existe drogômetro nas blitzes de 2026?
A nova regulamentação permite a utilização de aparelhos certificados para identificação de outras substâncias psicoativas. A implantação prática depende da existência e disponibilidade desses equipamentos pelos órgãos de fiscalização.
Quantos sinais de alteração psicomotora precisam ser registrados?
A regulamentação determina a consideração de pelo menos dois sinais que, analisados em conjunto, demonstrem a alteração da capacidade psicomotora.
Receba sua cotação e siga para contratação
Informe os dados do veículo ou patrimônio, veja as opções disponíveis e avance para fechar online.
*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
O motorista perde a CNH imediatamente?
A autuação pode resultar em processo de suspensão, mas o cumprimento da penalidade segue procedimento administrativo específico.
O veículo pode ser liberado para outra pessoa?
Sim. Ele pode ser entregue a outro condutor habilitado e em condições de dirigir. Essa pessoa também poderá ser submetida aos procedimentos de fiscalização.
A Lei Seca vale para carros elétricos?
Sim. Não existe diferença entre veículo elétrico, híbrido ou a combustão para a aplicação das regras relativas ao consumo de álcool e outras substâncias psicoativas.
Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) cobre acidente causado por motorista embriagado?
Não se deve presumir que sim. Na Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) existem regras e exclusões relacionadas à condução sob efeito de álcool ou substâncias tóxicas e a determinados eventos decorrentes de infrações. O associado deve conhecer o regulamento e as condições aplicáveis ao seu plano.
Conclusão
A grande mudança da Lei Seca em 2026 está na modernização e na padronização da fiscalização. A Resolução Contran nº 1.031/2026 não aumentou a multa nem ampliou o período de suspensão da CNH, mas criou regras mais detalhadas para identificar motoristas que conduzem veículos sob influência de álcool ou outras substâncias psicoativas.
O teste passivo poderá agilizar as blitzes, mas não gera autuação sozinho. O bafômetro tradicional continua sendo utilizado. A regulamentação também abre caminho para equipamentos capazes de identificar outras substâncias psicoativas e estabelece que a alteração da capacidade psicomotora deve ser fundamentada em pelo menos dois sinais devidamente registrados.
A recusa aos procedimentos continua trazendo consequências severas, com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Dependendo da situação, a condução sob influência de álcool ou drogas também pode resultar em responsabilização criminal.
Mais do que conhecer limites e penalidades, porém, o motorista precisa compreender o objetivo da Lei Seca: impedir que uma decisão evitável resulte em acidente, prejuízo, lesões ou mortes.
Também é importante proteger o patrimônio contra os inúmeros riscos existentes no trânsito. A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) oferece alternativas de proteção para carros convencionais, híbridos e elétricos, com benefícios e assistência destinados a dar mais tranquilidade ao associado em diferentes situações previstas no regulamento.
Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) é importante, mas nenhuma cobertura substitui uma escolha segura ao volante. Se houver consumo de álcool, a decisão correta continua sendo não dirigir.