Proteção Veicular

Motos mais roubadas em SP: conheça os modelos mais visados e saiba como se proteger

O ranking mais recente disponível considera os registros do primeiro trimestre de 2026 e reúne ocorrências de roubo e furto

As motos mais roubadas em SP são, principalmente, modelos populares, econômicos e amplamente utilizados para trabalho e deslocamentos diários. A Honda CG 160 ocupa a primeira posição com grande diferença, seguida por modelos como Honda CG 150, Honda XRE 300, Yamaha XTZ 250, Yamaha Fazer 250, Honda Twister, Honda PCX 150, Honda NXR 160 Bros, TVS Sport 110 e Honda CG 125.

O ranking mais recente disponível considera os registros do primeiro trimestre de 2026 e reúne ocorrências de roubo e furto. Por isso, ele deve ser entendido como um retrato parcial do ano, já que as posições podem mudar conforme novos casos são registrados. Mesmo assim, os dados mostram um padrão claro: motos com grande circulação, boa aceitação no mercado e alta procura por peças tendem a despertar maior interesse dos criminosos.

Conhecer os modelos mais visados é importante para quem já possui uma motocicleta, pretende comprar uma nova ou usada e deseja entender como reduzir o risco de prejuízo. Além dos cuidados preventivos, contar com a Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) pode ajudar o motociclista a proteger seu patrimônio diante de situações previstas no plano contratado.

Ranking das motos mais roubadas em SP

O levantamento referente ao primeiro trimestre de 2026 apresenta os seguintes modelos entre os mais roubados ou furtados no estado de São Paulo:

  • Honda CG 160, com 1.968 ocorrências
  • Honda CG 150, com 247 ocorrências
  • Honda XRE 300, com 201 ocorrências
  • Yamaha XTZ 250, com 186 ocorrências
  • Yamaha Fazer 250, com 183 ocorrências
  • Honda CBX 300 Twister, com 166 ocorrências
  • Honda PCX 150, com 161 ocorrências
  • Honda NXR 160 Bros, com 138 ocorrências
  • TVS Sport 110, com 137 ocorrências
  • Honda CG 125, com 126 ocorrências
  • A diferença entre a primeira e a segunda colocada chama atenção. A Honda CG 160 registrou quase oito vezes mais ocorrências do que a Honda CG 150 no período analisado. Isso não significa necessariamente que ela tenha um sistema de segurança inferior. A explicação envolve principalmente sua enorme presença nas ruas, sua utilização profissional e a procura por componentes no mercado ilegal.

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    Também é importante destacar que um ranking baseado na quantidade total de ocorrências não representa sozinho o risco individual de cada proprietário. Um modelo muito vendido pode registrar mais casos simplesmente porque existem milhares de unidades circulando. Ainda assim, aparecer repetidamente nas primeiras posições é um sinal de alerta que não deve ser ignorado.

    Diferença entre roubo e furto de moto

    Roubo e furto são situações diferentes, embora ambas resultem na subtração da motocicleta.

    O furto ocorre quando a moto é levada sem violência ou ameaça direta ao proprietário. É o caso de uma motocicleta estacionada que desaparece enquanto o condutor está trabalhando, fazendo compras ou descansando em casa.

    O roubo acontece quando existe violência, ameaça ou intimidação. Um exemplo comum é a abordagem realizada por criminosos armados em um semáforo, cruzamento, estacionamento ou via pouco movimentada.

    Essa diferença é relevante para o registro da ocorrência policial e para a análise do evento pela entidade de Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM). Ao comunicar o caso, o proprietário deve relatar exatamente o que aconteceu, evitando omitir ou acrescentar informações.

    Independentemente de ter ocorrido roubo ou furto, a recomendação é preservar a segurança pessoal. Em uma abordagem violenta, não tente reagir, perseguir os criminosos ou impedir fisicamente a fuga. A motocicleta pode ser substituída ou recuperada, mas uma reação pode colocar a vida do motociclista e de outras pessoas em risco.

    Por que a Honda CG 160 lidera o ranking

    A Honda CG 160 é uma das motocicletas mais presentes nas ruas brasileiras. Ela é utilizada por entregadores, motoboys, prestadores de serviços, trabalhadores autônomos e pessoas que buscam economia no deslocamento diário.

    Essa popularidade gera alguns efeitos. Existe uma grande quantidade de unidades circulando, ampla oferta de peças, facilidade de revenda e muitos compradores procurando componentes de reposição. Criminosos podem tentar explorar essa demanda por meio de desmanches clandestinos, adulteração de identificação e comercialização de peças sem procedência.

    A CG 160 também costuma permanecer durante muitas horas nas ruas. Motociclistas profissionais estacionam em diferentes locais, fazem entregas em áreas desconhecidas e circulam durante períodos de maior risco. Essa exposição aumenta a probabilidade de ocorrência.

    O proprietário de uma CG 160 não precisa deixar de utilizar a moto, mas deve adotar cuidados proporcionais ao risco. Estacionar em locais monitorados, utilizar travas adicionais e contratar Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) são atitudes que ajudam a diminuir a vulnerabilidade.

    Honda CG 150

    A Honda CG 150 continua entre as motos mais visadas mesmo não sendo mais uma das principais opções novas da fabricante. Existem muitas unidades usadas circulando em São Paulo, o que mantém elevada a procura por motores, rodas, módulos, tanques, carenagens e outros componentes.

    Por ser uma motocicleta conhecida pela durabilidade e pelo custo de manutenção relativamente acessível, a CG 150 possui um mercado de peças bastante ativo. Essa característica é positiva para o proprietário que precisa realizar reparos, mas também pode atrair a atuação de criminosos interessados na venda ilegal de componentes.

    Quem possui uma CG 150 mais antiga pode cometer o erro de acreditar que o baixo valor de mercado afasta o interesse dos ladrões. Na prática, a disponibilidade de peças e a facilidade de desmontagem podem tornar modelos antigos tão interessantes quanto motocicletas novas.

    Honda XRE 300

    A Honda XRE 300 aparece entre as primeiras posições por reunir valor de mercado, desempenho, versatilidade e boa aceitação no mercado de usados.

    É uma motocicleta procurada por quem circula na cidade, enfrenta vias irregulares ou realiza viagens. O interesse por peças e acessórios também contribui para sua presença nas estatísticas.

    Como possui maior valor do que uma motocicleta urbana básica, o prejuízo provocado pelo desaparecimento pode ser significativo. Em motos financiadas, a situação pode se tornar ainda mais delicada, pois a dívida não desaparece automaticamente quando o veículo é roubado ou furtado.

    O proprietário deve verificar se a proteção contratada contempla o valor do veículo, quais documentos serão exigidos e como funciona o procedimento de indenização nos eventos cobertos.

    Yamaha XTZ 250

    A Yamaha XTZ 250, especialmente conhecida pela configuração Lander, possui boa valorização e ampla utilização em diferentes tipos de terreno. É uma moto procurada tanto para deslocamentos urbanos quanto para viagens e atividades profissionais.

    A combinação de robustez, valor comercial e procura por peças pode aumentar o interesse dos criminosos. Alguns proprietários também instalam acessórios como baús, protetores, suportes, equipamentos eletrônicos e itens para viagem, ampliando o prejuízo quando a motocicleta é levada.

    Ao contratar Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM), é importante verificar como acessórios e equipamentos adicionais são tratados. Nem todo item instalado posteriormente está automaticamente incluído na proteção principal da motocicleta.

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    Yamaha Fazer 250

    A Yamaha Fazer 250 é uma das motos mais tradicionais de sua categoria. O modelo possui boa presença no mercado de usados, manutenção conhecida e utilização frequente por motociclistas que precisam de um veículo econômico, mas com desempenho superior ao das motos de menor cilindrada.

    Sua popularidade ajuda a explicar a presença constante nos rankings. Quanto maior a quantidade de unidades circulando, maior pode ser a oferta ilegal de componentes e a possibilidade de revenda clandestina.

    A Fazer 250 também pode ser visada durante abordagens no trânsito. O motociclista deve manter atenção especial ao reduzir a velocidade próximo a cruzamentos, semáforos, acessos a garagens e ruas com pouca movimentação.

    Honda Twister

    A família Twister aparece em diferentes levantamentos, incluindo versões antigas e atuais. É uma motocicleta valorizada, com bom desempenho e forte presença em São Paulo.

    Os modelos mais antigos possuem um mercado consolidado de peças, enquanto as versões atuais apresentam valor comercial elevado. Essa combinação pode despertar o interesse tanto de grupos especializados em desmanche quanto de criminosos que pretendem adulterar e revender o veículo.

    Ao comprar uma Twister usada, o consumidor deve desconfiar de preços muito abaixo da média, peças sem nota fiscal e numerações com sinais de raspagem, solda ou alteração. Comprar componentes de origem duvidosa ajuda a sustentar o mercado ilegal responsável por muitos roubos e furtos.

    Honda PCX 150

    A Honda PCX 150 é uma scooter bastante utilizada em São Paulo. Seu conforto, espaço, câmbio automático e facilidade de condução contribuíram para sua popularidade.

    Scooters podem ser especialmente expostas a furtos quando ficam estacionadas em calçadas, ruas residenciais ou áreas próximas a estações, escritórios e centros comerciais. O compartimento localizado sob o banco não deve ser tratado como um cofre, principalmente para guardar documentos, celulares, chaves ou objetos de alto valor.

    Mesmo quando a moto possui sistema de chave inteligente, o proprietário deve utilizar recursos adicionais de proteção. Nenhuma tecnologia deve ser considerada completamente imune à ação criminosa.

    Honda NXR 160 Bros

    A Honda NXR 160 Bros combina economia, posição de condução elevada e capacidade para enfrentar pisos irregulares. Ela é bastante utilizada em bairros periféricos, áreas com asfalto danificado e atividades profissionais.

    Sua mecânica conhecida e a disponibilidade de peças ajudam a manter o modelo valorizado. Ao mesmo tempo, essas características podem aumentar o interesse do mercado clandestino.

    Proprietários que utilizam a Bros diariamente devem evitar criar uma rotina previsível. Sair e retornar sempre nos mesmos horários, estacionar no mesmo ponto e utilizar trajetos pouco movimentados pode facilitar a observação por criminosos.

    TVS Sport 110

    A presença da TVS Sport 110 no ranking chama atenção por ser um modelo mais recente no mercado brasileiro quando comparado às tradicionais motocicletas Honda e Yamaha.

    O número de ocorrências pode estar relacionado à circulação profissional e à expansão da frota. Modelos econômicos costumam ser muito utilizados em serviços de entrega, o que aumenta o tempo de exposição nas ruas.

    A entrada de uma motocicleta relativamente nova entre as mais visadas mostra que o risco não está restrito aos modelos mais antigos ou mais caros. A rotina de utilização, a quantidade de unidades em circulação e as oportunidades encontradas pelos criminosos também influenciam.

    Honda CG 125

    A Honda CG 125 permanece no ranking mesmo com muitas unidades já possuindo vários anos de uso. Trata-se de uma motocicleta simples, resistente e com enorme quantidade de componentes disponíveis no mercado.

    O valor individual de uma CG 125 antiga pode ser inferior ao de modelos atuais, mas suas peças continuam procuradas. Isso demonstra que analisar apenas o preço da motocicleta é insuficiente para determinar o risco de roubo ou furto.

    Além de travas e cadeados, proprietários de motos antigas devem observar as condições do sistema de ignição. Cilindros desgastados, chaves copiadas e adaptações elétricas podem facilitar a ação de criminosos.

    Por que motos populares são tão visadas

    Motos populares aparecem com frequência nos rankings porque representam uma parcela expressiva da frota. Elas circulam durante todo o dia, são utilizadas para trabalho e ficam estacionadas em diferentes tipos de locais.

    A grande procura por peças é outro fator relevante. Quando um modelo possui milhares de unidades circulando, existe demanda constante por rodas, motores, carenagens, painéis, módulos, escapamentos e componentes de suspensão.

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    Criminosos também podem tentar adulterar a identificação da motocicleta para revendê-la. Em outros casos, o veículo é utilizado na prática de novos delitos e abandonado posteriormente.

    Portanto, a presença de um modelo no ranking não deve ser interpretada como um defeito da fabricante. O problema está relacionado à combinação entre popularidade, exposição, facilidade de comercialização e atuação do mercado clandestino.

    Motos de alta cilindrada também correm risco

    Embora as motos populares concentrem um número maior de ocorrências, motocicletas de alta cilindrada também podem ser alvo de quadrilhas especializadas.

    Modelos como Honda CB 500, Honda Hornet, Triumph Tiger, Kawasaki Versys, Honda NC 750X e motocicletas BMW aparecem em levantamentos específicos de categorias superiores. Nesses casos, o crime pode estar relacionado à revenda de peças de alto valor, clonagem, circulação com identificação adulterada ou comercialização ilegal do veículo.

    O proprietário de uma moto premium deve evitar divulgar sua localização em tempo real nas redes sociais. Fotografias que mostrem a residência, a placa, a garagem ou os trajetos frequentes podem fornecer informações valiosas para criminosos.

    Também é recomendável ter cautela ao anunciar a moto para venda. Encontros com interessados devem ocorrer em ambientes seguros, durante o dia e, preferencialmente, com acompanhamento.

    Onde o risco costuma ser maior

    Não existe uma região completamente livre de roubos e furtos. As ocorrências podem acontecer em bairros residenciais, centros comerciais, estacionamentos, vias expressas, postos de combustível e garagens de condomínios.

    O furto costuma ser favorecido por locais com pouca vigilância e motocicletas estacionadas por longos períodos. Já o roubo pode ocorrer durante a circulação, especialmente quando o motociclista reduz a velocidade ou fica impossibilitado de seguir em frente.

    Semáforos, cruzamentos, congestionamentos, entradas de garagens, alças de acesso e vias com rotas rápidas de fuga merecem atenção. O condutor deve observar os retrovisores, manter distância do veículo da frente e evitar utilizar o celular enquanto estiver parado.

    Isso não significa pilotar constantemente com medo. O objetivo é desenvolver percepção do ambiente e evitar situações desnecessárias de exposição.

    Como reduzir o risco de furto

    Nenhum equipamento oferece garantia absoluta, mas a combinação de diferentes medidas pode dificultar a ação criminosa.

    Utilize trava de disco, corrente resistente, cadeado apropriado e bloqueador. Sempre que possível, prenda a motocicleta a uma estrutura fixa. Uma moto apenas com o guidão travado ainda pode ser colocada dentro de outro veículo.

    Estacione em locais iluminados, movimentados e monitorados. Dê preferência a estacionamentos com controle de entrada e saída. Dentro de condomínios, mantenha a moto trancada mesmo que a garagem tenha portão.

    Evite deixar a chave no contato durante entregas rápidas. Muitos furtos acontecem em poucos segundos, enquanto o motociclista entra em uma residência, comércio ou portaria.

    Não deixe documentos pessoais e o documento da moto guardados no veículo. Em caso de furto, esses itens podem facilitar tentativas de fraude ou dificultar a comprovação das circunstâncias.

    Como reduzir o risco de roubo

    A prevenção contra roubo envolve atenção ao ambiente e redução da previsibilidade.

    Varie trajetos e horários quando isso for possível. Observe se a mesma moto ou veículo permanece acompanhando seus deslocamentos. Ao perceber comportamento suspeito, procure um local movimentado, posto policial ou estabelecimento com segurança.

    Antes de entrar na garagem, verifique o entorno. Se houver pessoas ou veículos suspeitos próximos ao portão, continue circulando e peça ajuda.

    Durante a pilotagem noturna, prefira vias iluminadas e com movimento. Evite atalhos por ruas desertas apenas para economizar alguns minutos.

    Em uma abordagem, preserve a vida. Não realize movimentos bruscos, não discuta e não tente recuperar a moto sozinho. Depois que estiver em segurança, acione a polícia e comunique imediatamente a entidade responsável pela proteção do veículo.

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    O que fazer quando a moto é roubada ou furtada

    O primeiro passo é ir para um local seguro. Caso tenha ocorrido roubo com violência, peça ajuda e verifique se existe necessidade de atendimento médico.

    Em seguida, entre em contato com a polícia e registre o boletim de ocorrência. Informe placa, marca, modelo, cor, ano, características particulares e o local aproximado do fato.

    Comunique rapidamente a central da Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM), seguindo as orientações previstas no regulamento. O associado pode precisar apresentar boletim de ocorrência, documentos pessoais, documento do veículo, chaves disponíveis e outras comprovações.

    Se a motocicleta possuir rastreador, não tente seguir a localização por conta própria. As informações devem ser repassadas aos profissionais responsáveis e às autoridades policiais.

    Também é recomendável avisar imediatamente quando documentos, cartões, celulares ou chaves residenciais forem levados junto com a moto.

    Por que contratar Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) para moto

    Uma motocicleta representa um investimento importante. Para quem utiliza o veículo profissionalmente, ela também é uma ferramenta de trabalho e uma fonte de renda.

    Sem proteção, o desaparecimento pode gerar um prejuízo difícil de suportar. A situação se torna ainda mais complicada quando a moto está financiada, pois as parcelas normalmente continuam existindo.

    A Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) pode oferecer amparo para eventos previstos no plano, como roubo, furto, colisão e determinadas assistências. As condições variam conforme a modalidade escolhida, o perfil do veículo e o regulamento aplicável.

    Antes de contratar, o motociclista deve conhecer as coberturas, os procedimentos de comunicação, a participação do associado, os documentos necessários e as situações que não estão incluídas.

    Como a Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) pode ajudar

    A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) oferece alternativas para quem deseja proteger sua motocicleta contra acontecimentos capazes de gerar grandes prejuízos.

    O motociclista pode consultar as modalidades disponíveis e escolher uma proteção compatível com sua rotina. Quem utiliza a moto para trabalhar, por exemplo, pode ter necessidades diferentes de quem circula apenas nos finais de semana.

    Além da proteção para os eventos contratados, o associado deve verificar as assistências incluídas. Recursos como guincho, auxílio em caso de pane e suporte emergencial podem fazer diferença no cotidiano.

    A contratação não substitui os cuidados preventivos. Travas, estacionamento seguro, condução atenta e Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) devem atuar em conjunto. Essa combinação oferece maior tranquilidade para quem depende da motocicleta todos os dias.

    Ao solicitar uma cotação com a Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM), informe corretamente o modelo, o ano, a cidade de circulação e a forma de utilização. Dados completos ajudam a identificar uma opção adequada e evitam divergências futuras.

    O que verificar antes de contratar

    Antes de aderir a qualquer plano, leia o regulamento com atenção. Não escolha apenas pelo menor valor mensal.

    Verifique quais eventos estão contemplados, como o valor da motocicleta é determinado e quais procedimentos devem ser cumpridos em caso de ocorrência.

    Analise também o prazo para comunicação, a existência de participação do associado, as exigências documentais e as condições relacionadas a condutores e formas de utilização.

    Caso utilize a motocicleta para entregas, transporte remunerado ou outra atividade profissional, informe essa condição. O uso incorreto ou diferente daquele declarado pode interferir na análise do evento.

    Pergunte sobre acessórios, equipamentos adicionais e modificações. Baús, escapamentos, rodas, sistemas de som, suportes, equipamentos de navegação e outros itens podem possuir tratamento específico.

    A equipe da Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) pode apresentar as opções disponíveis e esclarecer as principais condições antes da adesão.

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    Perguntas e respostas

    Qual é a moto mais roubada em SP?

    A Honda CG 160 ocupa a primeira posição no ranking parcial do primeiro trimestre de 2026, com grande diferença em relação aos demais modelos.

    Por que a Honda CG 160 é tão visada?

    A CG 160 possui enorme quantidade de unidades circulando, ampla utilização profissional e grande procura por peças. Esses fatores aumentam sua exposição e o interesse do mercado clandestino.

    Motos antigas também são roubadas ou furtadas?

    Sim. Modelos antigos podem ser visados por causa da procura por motores, rodas, carenagens e outros componentes de reposição.

    Uma moto barata precisa de Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM)?

    O valor da moto não é o único aspecto importante. Mesmo uma motocicleta de menor preço pode ser essencial para o trabalho e difícil de substituir sem planejamento financeiro.

    Qual é a diferença entre roubo e furto?

    No roubo existe violência ou ameaça. No furto, a motocicleta é levada sem abordagem violenta direta à vítima.

    Trava de disco impede o furto?

    A trava dificulta a ação, mas não oferece garantia absoluta. O ideal é combinar trava de disco, corrente, cadeado, alarme, rastreamento e estacionamento seguro.

    Devo perseguir a moto usando o rastreador?

    Não. A localização deve ser comunicada às autoridades e à equipe responsável. Tentar recuperar o veículo sozinho pode colocar sua vida em risco.

    Moto financiada deixa de ter parcelas depois do roubo?

    Não automaticamente. O financiamento é uma obrigação contratual independente do desaparecimento do veículo. Por isso, a proteção patrimonial é especialmente importante para motos financiadas.

    A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) protege qualquer motocicleta?

    A aceitação depende dos critérios, da análise do veículo, da região e das modalidades disponíveis. É necessário solicitar uma cotação e verificar as condições aplicáveis.

    Como solicitar proteção para minha moto?

    Entre em contato com a Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM), informe os dados da motocicleta e solicite uma cotação. Antes de concluir a adesão, leia o regulamento e esclareça todas as dúvidas.

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    Conclusão

    As motos mais roubadas em SP são predominantemente modelos populares, como Honda CG 160, Honda CG 150, Honda XRE 300, Yamaha XTZ 250 e Yamaha Fazer 250. A grande circulação, a utilização profissional e a procura por peças ajudam a explicar a presença dessas motocicletas nas primeiras posições.

    Entretanto, qualquer modelo pode ser roubado ou furtado. Motos antigas, scooters, motocicletas de alta cilindrada e veículos recém comprados também estão sujeitos à ação criminosa.

    A prevenção deve reunir diferentes medidas. Estacionar em locais seguros, utilizar travas adicionais, observar o ambiente, evitar rotinas previsíveis e não comprar peças sem procedência são atitudes importantes.

    Também é fundamental preparar o patrimônio para situações que não podem ser evitadas. A Atos Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) oferece opções para motociclistas que desejam contar com suporte diante dos eventos previstos no plano contratado.

    Solicitar uma cotação, conhecer as condições e escolher uma proteção adequada pode evitar que um roubo, furto ou outro imprevisto se transforme em um prejuízo financeiro ainda maior.

    Hugo Jordão

    Hugo Jordão

    Empresário e comunicador atuante no mercado de proteção veicular no Brasil. Produz conteúdo prático e direto sobre associações, direitos do consumidor, sinistros e tudo que envolve a proteção do seu patrimônio sobre rodas.

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