As motos mais roubadas em SP em 2026 continuam sendo, em geral, modelos populares, muito usados no trabalho e com grande procura por peças, como Honda CG 160, Honda CG 150, Yamaha Fazer 250, Yamaha XTZ 250, Honda XRE 300, Honda PCX 150, Honda CBX 250 Twister, Honda CG 125, Honda NXR 160 Bros e Yamaha NMAX 160. O motivo é simples: quanto mais uma moto circula, mais peças existem no mercado e maior tende a ser o interesse de criminosos, principalmente em uma cidade grande como São Paulo.
Por que falar sobre as motos mais roubadas em SP em 2026
São Paulo é uma das cidades com maior circulação de motos do Brasil. A moto faz parte da rotina de entregadores, motoboys, trabalhadores autônomos, prestadores de serviço, estudantes e pessoas que precisam fugir do trânsito todos os dias.
Por isso, saber quais são as motos mais roubadas em SP em 2026 não é apenas curiosidade. É uma informação importante para quem já tem uma moto, pretende comprar uma usada ou está avaliando contratar seguro ou Proteção Veicular.
Quando um modelo aparece com frequência entre os mais roubados e furtados, isso acende um alerta. O proprietário precisa redobrar os cuidados, evitar exposição desnecessária e pensar em formas de proteger o patrimônio.
Ranking de motos mais roubadas em SP 2026
Entre os modelos que costumam aparecer entre os mais visados em São Paulo, estão:
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Esse ranking pode variar conforme a fonte, o período analisado e a separação entre roubo e furto. Ainda assim, ele mostra um padrão claro: motos urbanas, econômicas, muito vendidas e com alta procura por peças são as principais vítimas.
Diferença entre roubo e furto de moto
Para entender melhor esse tema, é importante diferenciar roubo e furto.
O furto acontece quando a moto é levada sem contato direto com o proprietário. Por exemplo, o dono deixa a moto estacionada na rua, no trabalho, na faculdade ou em frente de casa e, ao voltar, ela não está mais lá.
O roubo acontece quando há ameaça, violência ou intimidação. É o caso de o motociclista ser abordado em um semáforo, na entrada da garagem, durante uma entrega ou em uma via pública.
Na prática, os dois casos causam prejuízo. Mas o roubo costuma gerar ainda mais trauma, porque envolve risco direto à integridade do condutor.
Por que motos populares são tão visadas
Muita gente imagina que as motos mais roubadas são sempre as mais caras. Porém, isso nem sempre acontece. Em São Paulo, os modelos populares aparecem com muita força nos rankings.
Isso ocorre porque motos populares têm alta circulação e grande demanda por peças. Uma Honda CG, por exemplo, pode ser usada por milhares de trabalhadores todos os dias. Isso cria um mercado enorme de manutenção, reposição e peças usadas.
Criminosos se aproveitam dessa procura. Em muitos casos, a moto roubada ou furtada é desmontada para abastecer o comércio ilegal de peças. Em outros, é usada para clonagem, revenda irregular ou prática de novos crimes.
Honda CG 160
A Honda CG 160 costuma liderar os rankings de motos mais roubadas em SP. Ela é uma das motos mais populares do Brasil e está presente em praticamente todos os bairros da capital paulista.
É usada para entregas, deslocamentos diários, serviços de rua e transporte particular. Por ter baixo consumo, manutenção acessível e boa aceitação no mercado, tornou-se uma das preferidas dos motociclistas.
O problema é que essas mesmas qualidades também chamam a atenção de criminosos. Peças da CG 160 têm muita procura, e isso aumenta o risco de roubo e furto.
Honda CG 150
A Honda CG 150 também aparece entre as motos mais visadas. Embora seja um modelo anterior à CG 160, ainda existe uma grande quantidade dessas motos em circulação.
Muitos proprietários mantêm a CG 150 justamente pela resistência, economia e facilidade de manutenção. Ela é muito usada por quem precisa de uma moto simples, barata e confiável.
Como ainda há grande procura por peças, o modelo segue atraente para o mercado ilegal. Por isso, quem tem uma CG 150 em São Paulo deve ter atenção redobrada.
Yamaha Fazer 250
A Yamaha Fazer 250 é uma moto bastante valorizada no mercado urbano. Ela oferece mais potência do que modelos de baixa cilindrada, tem boa durabilidade e costuma agradar quem busca conforto para o dia a dia.
Por ser uma moto de maior valor em relação às populares de entrada, também se torna visada. Ela pode ser alvo tanto para desmanche quanto para revenda irregular.
Quem possui uma Fazer 250 deve evitar deixá-la estacionada em locais vulneráveis e considerar proteção contra roubo e furto.
Yamaha XTZ 250
A Yamaha XTZ 250 é outro modelo muito procurado. Por ser uma moto trail, com suspensão mais alta e boa resistência, ela é ideal para quem enfrenta ruas ruins, buracos e trajetos variados.
Essa versatilidade faz com que o modelo tenha boa aceitação em São Paulo e na Grande São Paulo. Consequentemente, também há procura por peças e componentes.
Por ser uma moto valorizada, a XTZ 250 exige cuidados extras com estacionamento, travas, rastreamento e Proteção Veicular.
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Honda XRE 300
A Honda XRE 300 é uma das motos trail mais desejadas do mercado. Ela tem porte maior, boa presença visual e valor de revenda elevado.
Esses fatores aumentam o risco. A XRE 300 pode ser alvo de criminosos interessados em peças, revenda ou uso irregular.
Como é uma moto bastante visada, o proprietário deve evitar rotinas previsíveis e redobrar o cuidado em regiões de maior risco.
Honda PCX 150
A Honda PCX 150 é uma scooter muito comum em grandes cidades. Ela se destaca pelo conforto, economia e praticidade no trânsito urbano.
Por ser moderna, valorizada e fácil de usar, a PCX também chama a atenção de criminosos. Muitas vezes, o risco está no furto enquanto a scooter está estacionada.
Quem usa PCX para trabalho, faculdade ou deslocamento diário deve investir em dispositivos de segurança e avaliar uma proteção adequada.
Honda CBX 250 Twister
A Honda CBX 250 Twister, mesmo sendo um modelo mais antigo, ainda aparece entre motos bastante visadas. Isso acontece porque há muitas unidades em circulação e grande procura por peças.
Motos mais antigas podem ser alvo justamente porque seus proprietários buscam peças usadas com frequência. Quando existe demanda por peças, também pode surgir interesse criminoso.
Por isso, mesmo uma Twister mais antiga merece proteção e cuidado.
Honda CG 125
A Honda CG 125 é um clássico das ruas brasileiras. Durante muitos anos, foi uma das motos mais vendidas do país, e ainda existem muitas unidades rodando em São Paulo.
Por ser simples, econômica e fácil de manter, continua sendo usada por trabalhadores e motociclistas que precisam de baixo custo.
Mesmo tendo valor menor que modelos mais novos, ela ainda pode ser roubada ou furtada. O motivo está na facilidade de revenda de peças e na grande circulação do modelo.
Honda NXR 160 Bros
A Honda NXR 160 Bros é muito usada por quem precisa de conforto, resistência e boa posição de pilotagem. É uma moto versátil, comum tanto em áreas urbanas quanto em regiões com vias irregulares.
A Bros tem grande aceitação no mercado e boa procura por peças. Por isso, aparece entre os modelos que exigem atenção.
Quem usa a Bros para trabalho ou deslocamento diário deve considerar que a moto é vista como útil e valorizada, o que aumenta sua exposição ao risco.
Yamaha NMAX 160
A Yamaha NMAX 160 é uma scooter moderna, confortável e com boa tecnologia. Ela ganhou espaço entre pessoas que buscam praticidade para circular em grandes cidades.
Assim como a Honda PCX, a NMAX tem valor de mercado relevante e peças mais caras do que motos simples de entrada.
Por isso, ela pode ser alvo de furto em locais públicos, estacionamentos abertos e ruas com pouca vigilância.
O que torna uma moto mais roubada em SP
Vários fatores influenciam o risco de roubo ou furto de uma moto.
O primeiro é a quantidade de unidades em circulação. Quanto mais comum é o modelo, maior a chance de aparecer nos rankings.
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O segundo é a procura por peças. Motos com manutenção frequente e grande mercado de reposição tendem a ser mais visadas.
O terceiro é a facilidade de revenda. Modelos conhecidos, populares e valorizados têm saída mais rápida no mercado irregular.
O quarto é o uso urbano intenso. Motos que rodam todos os dias, ficam estacionadas na rua e circulam em áreas movimentadas estão mais expostas.
Regiões de maior atenção em São Paulo
O risco de roubo e furto de moto pode variar bastante conforme a região, o horário e o comportamento do motociclista.
Áreas com grande fluxo de veículos, avenidas movimentadas, regiões comerciais, locais com muitos estacionamentos de rua e bairros com pouca iluminação exigem mais atenção.
Também é comum haver risco em momentos de entrada e saída de garagens, semáforos, postos de combustível, ruas próximas a comércios e trajetos repetidos diariamente.
Na Grande São Paulo, cidades com trânsito intenso e grande circulação de motos também merecem cuidado.
Horários em que o risco pode aumentar
O risco não depende apenas do local. O horário também influencia.
No início da manhã, muitos motociclistas saem para trabalhar, às vezes em ruas ainda vazias. No fim da tarde e à noite, o fluxo aumenta, a visibilidade diminui e a atenção precisa ser maior.
Já os furtos podem acontecer principalmente quando a moto fica parada por muito tempo. Isso inclui estacionamento em frente ao trabalho, faculdade, academia, restaurante, mercado ou residência.
Por isso, o proprietário deve observar onde e por quanto tempo a moto fica exposta.
Por que quem trabalha com moto deve se proteger
Quem trabalha com moto não pode pensar apenas no valor do veículo. Precisa pensar também na renda que depende dele.
Um entregador que perde a moto perde sua ferramenta de trabalho. Um motoboy pode deixar de atender clientes. Um autônomo pode ficar sem conseguir se deslocar.
Nesses casos, o roubo ou furto causa dois prejuízos ao mesmo tempo: a perda do bem e a interrupção da renda.
Por isso, Proteção Veicular para moto não é luxo. Para muita gente, é uma medida de segurança financeira.
Proteção Veicular para motos mais roubadas em SP
A Proteção Veicular pode ajudar o proprietário de moto a enfrentar melhor situações como roubo, furto, colisão e outros imprevistos previstos no plano contratado.
Para motos que aparecem entre as mais roubadas em SP, essa proteção ganha ainda mais importância. Afinal, o risco é maior e o prejuízo pode ser pesado.
Com a proteção, o dono da moto não fica completamente desamparado. Ele tem uma estrutura para acionar e pode contar com suporte conforme as regras da contratação.
Isso traz mais tranquilidade para quem depende da moto no dia a dia.
Como a Atos Proteção Veicular pode ajudar
A Atos Proteção Veicular pode ajudar o motociclista a proteger sua moto contra imprevistos e a viver com mais tranquilidade.
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Para quem possui uma moto muito visada, a preocupação é constante. O dono estaciona e fica pensando se a moto ainda estará lá quando voltar. Sai para trabalhar com medo de abordagem. Dorme preocupado com o veículo na rua ou na garagem.
A Proteção Veicular ajuda a reduzir essa ansiedade. Saber que existe suporte em caso de roubo, furto ou colisão faz diferença.
Mais do que proteger um bem, a Atos ajuda a proteger a rotina, a mobilidade e a segurança financeira do motociclista.
Proteção Veicular para motos elétricas
Embora o ranking de motos mais roubadas em SP ainda seja dominado por modelos a combustão, as motos elétricas também merecem atenção.
A mobilidade elétrica está crescendo. Scooters elétricas, ciclomotores elétricos e motos elétricas urbanas estão cada vez mais presentes nas ruas.
Esses veículos possuem componentes específicos, como bateria, motor elétrico, controlador, carregador e sistemas eletrônicos. Em caso de roubo, furto ou acidente, o custo de reposição pode ser alto.
Por isso, quem possui moto elétrica também deve pensar em Proteção Veicular. Mesmo que o modelo ainda não esteja entre os mais roubados, ele continua exposto a riscos.
Seguro ou Proteção Veicular para moto
Seguro e Proteção Veicular não são exatamente a mesma coisa.
O seguro tradicional é oferecido por seguradoras e funciona por meio de apólice, prêmio e análise de perfil. Já a Proteção Veicular costuma ser oferecida por associações, com regras próprias de funcionamento e planos específicos.
Ambas as alternativas podem ser úteis. O mais importante é o motociclista entender o que está contratando, quais eventos estão cobertos, quais são as condições e como funciona o atendimento.
Para quem tem uma moto visada em SP, ficar sem nenhuma proteção pode ser uma decisão arriscada.
Cuidados para evitar roubo e furto de moto
Além de contratar proteção, o motociclista deve adotar medidas preventivas.
Evite estacionar em locais escuros, isolados ou sem movimento. Sempre que possível, use estacionamentos fechados.
Use trava de disco, corrente, alarme, rastreador ou bloqueador. Esses equipamentos dificultam a ação criminosa.
Ao chegar em casa, observe o entorno antes de abrir o portão. Muitas abordagens acontecem na entrada da garagem.
Evite rotas muito previsíveis quando possível. Também é importante ter atenção em semáforos, postos de combustível e vias com pouco movimento.
O que fazer se a moto for roubada ou furtada
Se a moto for roubada, a prioridade é preservar a vida. Nunca reaja. Nenhum veículo vale mais do que a segurança do motociclista.
Depois, registre o boletim de ocorrência o mais rápido possível. Esse documento será necessário para comunicar o caso à Proteção Veicular, seguradora ou órgãos responsáveis.
Se a moto tiver rastreador, acione a central imediatamente.
Também é importante comunicar a empresa de proteção conforme as regras do plano contratado. Quanto mais rápido o procedimento for iniciado, melhor.
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Por que não comprar peças sem procedência
O roubo e furto de motos está diretamente ligado ao mercado ilegal de peças. Por isso, o consumidor também precisa fazer sua parte.
Comprar peças sem nota, com preço muito abaixo do normal ou de vendedores desconhecidos pode alimentar esse ciclo.
Além disso, quem compra produto de origem ilícita pode ter problemas legais.
Sempre que precisar de manutenção, prefira peças com procedência e fornecedores confiáveis. Isso ajuda a combater o mercado que incentiva o roubo de motos.
Motos mais roubadas e custo de proteção
Motos mais visadas podem ter custo de proteção diferente, justamente por apresentarem maior risco.
O valor pode variar conforme modelo, ano, região, uso, perfil do veículo e tipo de cobertura escolhida.
Ainda assim, o custo da proteção deve ser comparado com o prejuízo potencial de perder a moto. Em muitos casos, pagar mensalmente por uma proteção pode ser muito mais seguro do que correr o risco de perder todo o valor investido.
Vale a pena proteger uma moto popular?
Sim. Muita gente acha que só vale proteger moto cara, mas isso é um erro.
Uma moto popular pode ser a principal ferramenta de trabalho do proprietário. Mesmo que o valor dela não seja tão alto quanto o de uma moto premium, sua perda pode comprometer a renda e a rotina.
Além disso, motos populares estão justamente entre as mais roubadas. Portanto, a proteção é ainda mais importante.
Perguntas e respostas sobre motos mais roubadas em SP 2026
Quais são as motos mais roubadas em SP em 2026?
Entre os modelos mais visados estão Honda CG 160, Honda CG 150, Yamaha Fazer 250, Yamaha XTZ 250, Honda XRE 300, Honda PCX 150, Honda CBX 250 Twister, Honda CG 125, Honda NXR 160 Bros e Yamaha NMAX 160.
Por que a Honda CG 160 é tão roubada?
Porque é uma moto muito popular, com grande circulação e alta procura por peças. Isso aumenta o interesse de criminosos.
Scooter também é roubada em São Paulo?
Sim. Scooters como Honda PCX e Yamaha NMAX também podem ser alvo de roubo e furto, principalmente por terem bom valor de mercado e peças valorizadas.
Moto elétrica também corre risco de roubo?
Sim. Mesmo que ainda não apareça com tanta frequência nos rankings tradicionais, a moto elétrica pode ser roubada ou furtada, especialmente por causa do valor de seus componentes.
Qual é a diferença entre roubo e furto?
Roubo envolve ameaça, violência ou intimidação. Furto acontece quando a moto é levada sem abordagem direta ao proprietário.
Vale a pena contratar Proteção Veicular para moto usada?
Sim. Moto usada também representa patrimônio e pode ser essencial para trabalho e deslocamento diário.
A Proteção Veicular cobre roubo e furto?
Pode cobrir, dependendo do plano contratado. Por isso, é importante verificar as condições, regras e coberturas antes de contratar.
Como reduzir o risco de ter a moto roubada?
Use travas, alarme, rastreador, estacione em locais seguros, evite rotas previsíveis e tenha atenção em horários e regiões de maior risco.
Conclusão
As motos mais roubadas em SP em 2026 continuam seguindo um padrão claro: modelos populares, econômicos, muito usados no trabalho e com grande procura por peças são os principais alvos. Honda CG 160, CG 150, Yamaha Fazer 250, XTZ 250, Honda XRE 300, PCX, Twister, CG 125, Bros e NMAX estão entre as motos que exigem mais atenção.
Esse cenário mostra que o risco não está apenas nas motos caras. Muitas vezes, a moto mais visada é justamente aquela que o trabalhador usa todos os dias para ganhar dinheiro, estudar, fazer entregas ou se deslocar pela cidade.
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*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
Por isso, o motociclista precisa unir prevenção e proteção. Usar travas, estacionar em locais seguros, instalar rastreador e evitar situações de risco são atitudes importantes. Mas contar com Proteção Veicular também é essencial para reduzir o impacto financeiro em caso de roubo, furto ou colisão.
A Atos Proteção Veicular pode ajudar o dono da moto a viver com mais tranquilidade, sabendo que não está sozinho diante dos imprevistos. Em uma cidade como São Paulo, proteger a moto é proteger a rotina, a renda, a mobilidade e a paz de quem depende dela todos os dias.